Le Canarien

A conquista das ilhas Canárias por Gadifer de la Salle

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O Esquadrão da Morte no clipping e nas revistas semanais da Editora Abril (1968-1985)

Esta obra propõe-se a analisar o Esquadrão da Morte (EM) a partir de uma fonte bastante específica: o clipping organizado

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Do estranho ao comum nas idas e vindas entre Portugal e África no século XV

Ao longo do século XV, entre curiosos e conquistadores ligados a Portugal, houve um número significativo de letrados que se

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A morte e suas múltiplas faces

A proposta de elaboração da presente coletânea deu-se em meados de 2019, quando ninguém imaginava que uma pandemia estava prestes

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A Relação do Piloto Anônimo

Este número extra da Coleção Memória Atlântica, que em breve lançará o seu sexto volume regular, tem um duplo propósito.

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Breve compêndio da esfera e da arte de navegar composto por Martín Cortés de Albácar (Coleção Memória Atlântica – Volume V)

Publicado pela primeira vez na Espanha no ano de 1551, o Breve compêndio da esfera e da arte de navegar composto por Martín Cortés de Albácar ganhou grande notoriedade nessa época por apresentar um conjunto de instruções e práticas utilizadas pelos navegadores espanhóis envolvidos nas viagens dos descobrimentos ultramarinos. A presente edição, que inclui um estudo sobre a produção náutica espanhola do século XVI, tem como alvo tornar mais acessível ao grande público um texto considerado chave para explorar um dos capítulos da história da navegação europeia desse período.

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A Livraria de Frei Gaspar da Madre de Deus (volume III da Coleção Memória Atlântica)

“A livraria de Frei Gaspar da Madre de Deus, o terceiro volume
da coleção Memória Atlântica, dá a conhecer o catálogo da livraria do Mosteiro de São Bento, organizado em 1766 por Madre de Deus, um documento indispensável para
se avaliar melhor o que efetivamente tinham à sua disposição, numa biblioteca franqueada ao público, os cariocas letrados dos séculos XVII e XVIII. A presente edição, precedida por uma introdução ao universo dos livros e das livrarias no Rio de Janeiro colonial,
identificou as mais de 3 mil obras e cerca de 1.300 autores listados pelo religioso, oferecendo ao leitor o mais amplo e detalhado retrato de uma biblioteca colonial de que se tem notícia”

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Dois escritos astrológicos sobre o dilúvio de 1524

O quarto volume da coleção Memória Atlântica, Dois escritos astrológicos sobre o dilúvio de 1524, apresenta um Compêndio e uma Declaração compostos por Álvaro Gutiérrez de Torres e publicados no Sumário das maravilhosas e espantáveis coisas que aconteceram no mundo (1524). Precedida de uma introdução que desdobra a relevância do saber sobre os céus para o juiz autor da obra e para seus mentores (prelados e filósofos), a obra trata de uma previsão que colocou em suspeita a credibilidade dos astrólogos: a de um dilúvio similar ao que ocorreu no tempo de Noé. Os escritos discorrem sobre os motivos que poderiam justificar o equívoco dos astrólogos ao preverem uma tragédia que não ocorreu. O leitor, portanto, encontrará nesta primeira tradução das obras para o português, uma boa síntese dos debates acerca da astrologia e da astronomia no início do século XVI.

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Memória Ferroviária e Cultura do Trabalho

Balanços teóricos e metodologias de registro de bens ferroviários numa perspectiva multidisciplinar

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Ensino Cristão

O Ensino Cristão foi impresso no ano de 1539 pelo editor Luís Rodrigues com o objetivo de oferecer ao fidalgo

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A escrita da história de um lado a outro do Atlântico

A presente coletânea, comemorando uma década de existência do Grupo Luso-Brasileiro “Raízes Medievais do Brasil Moderno, é organizada em torno de um eixo do trabalho conjunto que, ao longo desse tempo, persistiu a despeito da diversidade temática das diversas publicações do grupo: a atenção aos percursos de uma produção escrita e iconográfica (cronística, cartográfica, epistolar, tratadista e legislativa) que ajudou a definir valores e práticas de longa duração no reino de Portugal e nos territórios tomados como suas extensões. As abordagens recaem sobre o papel dos escritos e saberes que atravessaram o mar e de instituições trasladadas que assumiram novas formas e funções, contemplando, desde o ofício dos cronistas e historiadores e o lugar da história no jogo temporal específico em que a prática e os atores se inserem, até as principais escolhas desses que se aplicaram em escrevê-la ao longo de pelo menos 4 ou 5 séculos. O leitor terá a oportunidade de ver esmiuçadas as seguintes temáticas: a genealogia como eixo da organização documental e da memória científica; a moral e a exaltação do poder na base da seleção do que se queria lembrar na forma escrita; a fé cristã como fundamento das ações dos protagonistas das histórias e como medida das descrições legadas; o entrecruzamento de saberes e gêneros na configuração das narrativas sobre o passado; a memória dos santos entre idolatria e historicidade, entre o particular e a universalidade cristã; as relações entre a retórica antiga e a arte e a ciência de cuidar da saúde; a geografia e a etnografia nutrindo uma história escrita que promoveu a interseção entre povos europeus e africanos; e, ainda, as cores e as formas no núcleo das memórias iconográficas partilhadas no mundo reconhecido como luso-brasileiro.

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