Saborear e curar

A chegada do café no mundo luso-brasileiro

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Saborear e curar – A chegada do café no mundo luso-brasileiro

O oitavo volume da coleção Memória Atlântica traz à luz quatro registros pioneiros em língua portuguesa de um fruto outrora exótico vindo da “Arábia Feliz”, o nosso tão familiar café. O leitor encontrará nesses documentos, editados entre 1741 e 1814, informações e curiosidades sobre: as virtudes do café como remédio para os males do corpo e os seus benefícios para curar as dores de cabeça e de estômago; os seus efeitos prejudiciais ao sono; os modos de preparo da bebida na época; os cuidados com o plantio, bem como estimativas acerca do futuro promissor dessa planta no território brasileiro. Esses quatro escritos podem ser tomados não apenas como divulgadores da cultura que sustentará o Império brasileiro, mas também como inauguradores de um novo hábito em Portugal e no Brasil: o de beber café. O leitor terá, pois, a oportunidade de conhecer um pouco mais da história desta bebida que marca e demarca há séculos o cotidiano luso-brasileiro. Eis uma outra forma de saborear um cafezinho.

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A Relação do Piloto Anônimo

Este número extra da Coleção Memória Atlântica, que em breve lançará o seu sexto volume regular, tem um duplo propósito. ‘A relação do piloto anônimo’, a mais completa descrição da viagem de Pedro Álvares Cabral às Índias, ainda que não se enquadre na categoria de documentos raros (um dos critérios que guia a coleção),conta com poucas edições e, infelizmente, a mais conhecida e adotada –– aquela preparada por Sebastião Morato, e divulgada por Jaime Cortesão –– tem inúmeras supressões, acréscimos e problemas de tradução (a primeira edição conhecida foi publicada em italiano). Ao preparar a presente edição, o grupo Escritos procurou solucionar tais problemas e colocar à disposição de docentes e discentes de diferentes níveis, nestes tempos de pandemia e ensino à distância, uma versão digital cuidada e acessível de um documento fundamental para o entendimento da história da expansão marítima e do descobrimento Brasil.

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Breve compêndio da esfera e da arte de navegar composto por Martín Cortés de Albácar (Coleção Memória Atlântica – Volume V)

Publicado pela primeira vez na Espanha no ano de 1551, o Breve compêndio da esfera e da arte de navegar composto por Martín Cortés de Albácar ganhou grande notoriedade nessa época por apresentar um conjunto de instruções e práticas utilizadas pelos navegadores espanhóis envolvidos nas viagens dos descobrimentos ultramarinos. A presente edição, que inclui um estudo sobre a produção náutica espanhola do século XVI, tem como alvo tornar mais acessível ao grande público um texto considerado chave para explorar um dos capítulos da história da navegação europeia desse período.

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A Livraria de Frei Gaspar da Madre de Deus (volume III da Coleção Memória Atlântica)

“A livraria de Frei Gaspar da Madre de Deus, o terceiro volume
da coleção Memória Atlântica, dá a conhecer o catálogo da livraria do Mosteiro de São Bento, organizado em 1766 por Madre de Deus, um documento indispensável para
se avaliar melhor o que efetivamente tinham à sua disposição, numa biblioteca franqueada ao público, os cariocas letrados dos séculos XVII e XVIII. A presente edição, precedida por uma introdução ao universo dos livros e das livrarias no Rio de Janeiro colonial,
identificou as mais de 3 mil obras e cerca de 1.300 autores listados pelo religioso, oferecendo ao leitor o mais amplo e detalhado retrato de uma biblioteca colonial de que se tem notícia”

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Dois escritos astrológicos sobre o dilúvio de 1524

O quarto volume da coleção Memória Atlântica, Dois escritos astrológicos sobre o dilúvio de 1524, apresenta um Compêndio e uma Declaração compostos por Álvaro Gutiérrez de Torres e publicados no Sumário das maravilhosas e espantáveis coisas que aconteceram no mundo (1524). Precedida de uma introdução que desdobra a relevância do saber sobre os céus para o juiz autor da obra e para seus mentores (prelados e filósofos), a obra trata de uma previsão que colocou em suspeita a credibilidade dos astrólogos: a de um dilúvio similar ao que ocorreu no tempo de Noé. Os escritos discorrem sobre os motivos que poderiam justificar o equívoco dos astrólogos ao preverem uma tragédia que não ocorreu. O leitor, portanto, encontrará nesta primeira tradução das obras para o português, uma boa síntese dos debates acerca da astrologia e da astronomia no início do século XVI.

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Ensino Cristão

O Ensino Cristão foi impresso no ano de 1539 pelo editor Luís Rodrigues com o objetivo de oferecer ao fidalgo

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