Um convite para imaginar um futuro de possibilidades efetivas de transformação política
Conceber os Futuros como um eixo de reflexão rigorosa para a fundamentação das práticas políticas é algo razoavelmente recente. Os Futuros ora são apresentados de forma misteriosa, ora são propostos em formato rígido e predeterminado, até único, condição oportuna para a supressão de possibilidades alternativas. Este é um convite para que os Futuros surjam como possibilidades efetivas, como formas de luta, de resistência, de afrontamentos a quem os concebe como uma cidadela inexpugnável.






