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Protagonismo político e social na velhice

O livro resulta da longa trajetória de estudos e atividades desenvolvidos pelo autor em instituições de ensino e em órgãos governamentais e entidades beneficentes voltados para a terceira idade, o que lhe deu experiência e subsídios suficientes para concluir que a “institucionalização” da velhice é altamente indesejável e contraproducente, e deve ser radicalmente combatida, tanto aquela expressa nas tão comuns “internações”, como no nível social e político.

Para ele isso vale inclusive para instituições que oferecem o máximo benefício possível para seus moradores – como é o caso de Palmer House, nos Estados Unidos. Custeado pelo governo de Nova York, o asilo tem serviços de padrões equivalentes aos de hotéis de alto nível, mas ali reina um estado de completa apatia entre os internos, além de um considerável índice de mortalidade.

Embora os velhos detenham todos os direitos civis e eles sejam oficialmente salvaguardados pelo Estado, para o pesquisador o exercício desses direitos é bastante limitado, na prática. Por exemplo, raramente os idosos assumem tarefas na gestão das políticas voltadas para eles, sendo representados, na maioria das vezes, por membros do governo e de organizações não governamentais. Segundo o pesquisador, além de malfeitas (quando executadas), essas políticas são impostas verticalmente, sem nenhuma participação de seus contemplados no planejamento, implantação, execução e fiscalização.

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Adriano da Silva Rozendo (Autor)

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